Dia Mundial do Cérebro: pesquisas do Instituto Santos Dumont desvendam “centro de comando” do ser humano

Mosaico composto por três fotografias dispostas lado a lado na vertical, registrando atividades de pesquisa científica em laboratórios. Na imagem da esquerda, duas jovens pesquisadoras usando jalecos brancos e óculos de grau trabalham juntas e sorriem em direção à bancada. A mulher em primeiro plano é negra, possui cabelos trançados e piercing no nariz, enquanto a colega ao fundo é de pele clara e tem o cabelo cacheado preso no topo da cabeça. Na imagem do centro, uma pesquisadora de pele clara, cabelos cacheados ruivos e óculos de grau, vestindo uma blusa azul, utiliza uma pequena ferramenta para aplicar gel ou ajustar os eletrodos de uma touca de eletroencefalograma (EEG) posicionada na cabeça de um homem. À direita, nesta foto central, um computador portátil exibe uma interface com quadrados coloridos. Na imagem da direita, um jovem pesquisador de cabelos curtos escuros, óculos e jaleco branco aparece inclinado de perfil enquanto observa com atenção através das oculares de um microscópio.
Publicado em 22 de julho de 2026

Do estudo da memória à produção de tecnologias voltadas para a reabilitação, o cérebro é protagonista na atuação do Instituto Santos Dumont (ISD). Considerado o “centro de comando” dos seres humanos, o cérebro é lembrado especialmente em 22 de julho, data que reforça o compromisso global com o avanço das neurociências e da importância do apoio às iniciativas que buscam desvendar o órgão.

No ISD, pesquisas realizadas no Programa de Pós-Graduação em Neuroengenharia (PPGN) reúnem equipes interdisciplinares e multiprofissionais com diversos objetivos relacionados à investigação do funcionamento cerebral, seja na pesquisa básica ou aplicada. 

A partir do desenvolvimento de tecnologias assistivas, da aplicação de interfaces cérebro-computador na reabilitação e da análise de aspectos como aprendizado e cognição utilizando modelos animais, o Instituto contribui para fortalecer, a nível nacional e internacional, a base e a aplicação de soluções para desafios globais. Estratégias que auxiliam na consolidação a ciência como motor de transformação e desenvolvimento humano. 

Conheça algumas pesquisas realizadas no ISD que fortalecem o estudo do cérebro

Mesmo sem movimento voluntário, pessoas com lesão medular completa conseguem ativar e exercitar áreas cerebrais responsáveis pela caminhada. É o que aborda estudo que uniu robótica e neurofeedback, evidenciando a capacidade do cérebro de reorganizar seus ritmos motores ao ser devidamente estimulado. Os resultados reforçam o potencial da neuroplasticidade e abre portas para a exploração de tratamentos mais eficientes.

O artigo derivado da pesquisa é autorado por Ericka Serafini, Cristian Guerrero-Mendez, Douglas Dunga, Teodiano Bastos-Filho, Anibal Atencio, e os professores-pesquisadores do ISD, André de Azevedo Dantas, Caroline do Espírito Santo e Denis Delisle-Rodriguez (orientador do estudo). Publicado na IEEE Transactions on Human-Machine Systems, pode ser acessado em https://doi.org/10.1109/THMS.2025.3603548.

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

 

Fotografia de duas mulheres em um ambiente iluminado analisando dados juntas. A mulher à esquerda veste uma camisa listrada de azul e branco, enquanto a mulher à direita usa óculos de armação preta e blusa preta, apontando o dedo indicador para a tela de um monitor que exibe esquemas do corpo humano e parâmetros de controle. Em primeiro plano, destaca-se um botão de emergência vermelho e amarelo.

Já na área da pesquisa básica, estudo publicado no periódico Aging & Disease investigou interações de componentes específicos do cérebro com o declínio cognitivo no Alzheimer. Pesquisadores analisaram aspectos como o acúmulo e localização de placas de proteína beta-amiloide e de células de defesa no cérebro, identificando interações com a progressão de sintomas da doença. Os resultados reforçam a compreensão sobre o envelhecimento cerebral e fortalecem perspectivas sobre futuros tratamentos.

Os autores da pesquisa, que pode ser acessada em https://doi.org/10.14336/ad.2025.0409, são Wellydo Escarião, Guilherme Silva, Hellen de Castro, Sayonara Silva, Nelyane Santana, Ramón Hypolito e Felipe Fiuza (orientador do estudo).

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

Fotografia de um jovem homem de pele clara, cabelos e barba curtos e escuros, usando camiseta preta e um brinco de argola na orelha esquerda. Ele aparece de perfil, inclinado para a frente enquanto observa através das oculares de um microscópio branco em um laboratório com iluminação suave e tom ligeiramente arroxado.

No campo de pesquisa da Interface cérebro-computador (ICC), pesquisadores investigaram os impactos da ICC associada a jogo sério na recuperação de aspectos cognitivos de pessoas com a condição da Covid longa.

Os resultados, apresentados no evento internacional IEEE International Conference on Human-Machine Systems (ICHMS), realizado em Singapura, apontam para melhora na atenção, memória de trabalho e funções executivas após treino cognitivo, reforçando a interface cérebro-computador e jogo sério como uma alternativas possíveis de reabilitação neurológica clínica.

Participam do estudo Samara Tenório, Jade Carvalho, Yuzen Hatano, Cristian Guerrero-Mendez, Mariane Lima de Souza, Tomohiko Igasaki, Teodiano Bastos-Filho, Tiago H. Falk e os professores pesquisadores do ISD, André Dantas e Denis Delisle Rodriguez (orientador do estudo).

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

Fotografia de uma jovem pesquisadora de pele parda, cabelos escuros e ondulados, usando óculos e camiseta azul-petróleo do Instituto Santos Dumont. Ela está em pé ajustando eletrodos de uma touca de eletroencefalograma (EEG) colocada na cabeça de um manequim sobre a bancada. Ao lado, um monitor exibe a simulação de um jogo de corrida de carros.

As investigações desenvolvidas no ISD também contemplam a pesquisa básica, desenvolvida principalmente nas bancadas do laboratório com o objetivo de consolidar bases científicas e responder a questionamentos relevantes acerca do funcionamento do ser humano.

Exemplo disso é o estudo do ISD, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), publicado em artigo no periódico eNeuro, que identificou como proteína Rac1, importante para a formação de sinapses, regula a fixação das memórias no cérebro.

Ao inibir temporariamente essa proteína em testes de laboratório com modelos animais, pesquisadores identificaram que memórias que duravam poucos dias passaram a ser mantidas por até 28 dias. A descoberta revela como o cérebro decide o que esquecer e abre caminhos para tratar condições como Alzheimer e estresse pós-traumático. Acesse os resultados em: https://doi.org/10.1523/ENEURO.0448-25.2026.

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

Uma mulher usando um microscópio em um laboratório. Ela está em posição lateral, com o rosto encostado na ocular do microscópio, e usa óculos e um brinco discreto. O cabelo está preso para trás em um rabo de cavalo ou coque simples. Ela veste uma blusa sem mangas de gola alta, de tecido liso e cor clara. O microscópio é grande, de bancada, com várias objetivas metálicas voltadas para baixo, iluminação interna em tom esverdeado e uma parte superior branca com a inscrição “imager Z2” e a marca “Zeiss”. Há uma caixa ou módulo retangular escuro conectado à parte superior do microscópio, possivelmente um acessório de câmera ou sistema de captura de imagem. À esquerda aparecem partes da estrutura do microscópio, com botões e rodas de ajuste visíveis.

Sobre o ISD

O Instituto Santos Dumont (ISD) é uma Organização Social do Poder Executivo Federal, supervisionada pelo Ministério da Educação, com interveniência do Ministério do Esporte. Engloba o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra e o Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi, ambos em Macaíba. A missão do ISD é promover educação para a vida, formando cidadãos por meio de ações integradas de ensino, pesquisa e extensão, além de contribuir para a transformação mais justa e humana da realidade social brasileira.

Assessoria de Comunicação
comunicacao@isd.org.br
(84) 99416-1880

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Mosaico composto por três fotografias dispostas lado a lado na vertical, registrando atividades de pesquisa científica em laboratórios. Na imagem da esquerda, duas jovens pesquisadoras usando jalecos brancos e óculos de grau trabalham juntas e sorriem em direção à bancada. A mulher em primeiro plano é negra, possui cabelos trançados e piercing no nariz, enquanto a colega ao fundo é de pele clara e tem o cabelo cacheado preso no topo da cabeça. Na imagem do centro, uma pesquisadora de pele clara, cabelos cacheados ruivos e óculos de grau, vestindo uma blusa azul, utiliza uma pequena ferramenta para aplicar gel ou ajustar os eletrodos de uma touca de eletroencefalograma (EEG) posicionada na cabeça de um homem. À direita, nesta foto central, um computador portátil exibe uma interface com quadrados coloridos. Na imagem da direita, um jovem pesquisador de cabelos curtos escuros, óculos e jaleco branco aparece inclinado de perfil enquanto observa com atenção através das oculares de um microscópio.

Do estudo da memória à produção de tecnologias voltadas para a reabilitação, o cérebro é protagonista na atuação do Instituto Santos Dumont (ISD). Considerado o “centro de comando” dos seres humanos, o cérebro é lembrado especialmente em 22 de julho, data que reforça o compromisso global com o avanço das neurociências e da importância do apoio às iniciativas que buscam desvendar o órgão.

No ISD, pesquisas realizadas no Programa de Pós-Graduação em Neuroengenharia (PPGN) reúnem equipes interdisciplinares e multiprofissionais com diversos objetivos relacionados à investigação do funcionamento cerebral, seja na pesquisa básica ou aplicada. 

A partir do desenvolvimento de tecnologias assistivas, da aplicação de interfaces cérebro-computador na reabilitação e da análise de aspectos como aprendizado e cognição utilizando modelos animais, o Instituto contribui para fortalecer, a nível nacional e internacional, a base e a aplicação de soluções para desafios globais. Estratégias que auxiliam na consolidação a ciência como motor de transformação e desenvolvimento humano. 

Conheça algumas pesquisas realizadas no ISD que fortalecem o estudo do cérebro

Mesmo sem movimento voluntário, pessoas com lesão medular completa conseguem ativar e exercitar áreas cerebrais responsáveis pela caminhada. É o que aborda estudo que uniu robótica e neurofeedback, evidenciando a capacidade do cérebro de reorganizar seus ritmos motores ao ser devidamente estimulado. Os resultados reforçam o potencial da neuroplasticidade e abre portas para a exploração de tratamentos mais eficientes.

O artigo derivado da pesquisa é autorado por Ericka Serafini, Cristian Guerrero-Mendez, Douglas Dunga, Teodiano Bastos-Filho, Anibal Atencio, e os professores-pesquisadores do ISD, André de Azevedo Dantas, Caroline do Espírito Santo e Denis Delisle-Rodriguez (orientador do estudo). Publicado na IEEE Transactions on Human-Machine Systems, pode ser acessado em https://doi.org/10.1109/THMS.2025.3603548.

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

 

Fotografia de duas mulheres em um ambiente iluminado analisando dados juntas. A mulher à esquerda veste uma camisa listrada de azul e branco, enquanto a mulher à direita usa óculos de armação preta e blusa preta, apontando o dedo indicador para a tela de um monitor que exibe esquemas do corpo humano e parâmetros de controle. Em primeiro plano, destaca-se um botão de emergência vermelho e amarelo.

Já na área da pesquisa básica, estudo publicado no periódico Aging & Disease investigou interações de componentes específicos do cérebro com o declínio cognitivo no Alzheimer. Pesquisadores analisaram aspectos como o acúmulo e localização de placas de proteína beta-amiloide e de células de defesa no cérebro, identificando interações com a progressão de sintomas da doença. Os resultados reforçam a compreensão sobre o envelhecimento cerebral e fortalecem perspectivas sobre futuros tratamentos.

Os autores da pesquisa, que pode ser acessada em https://doi.org/10.14336/ad.2025.0409, são Wellydo Escarião, Guilherme Silva, Hellen de Castro, Sayonara Silva, Nelyane Santana, Ramón Hypolito e Felipe Fiuza (orientador do estudo).

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

Fotografia de um jovem homem de pele clara, cabelos e barba curtos e escuros, usando camiseta preta e um brinco de argola na orelha esquerda. Ele aparece de perfil, inclinado para a frente enquanto observa através das oculares de um microscópio branco em um laboratório com iluminação suave e tom ligeiramente arroxado.

No campo de pesquisa da Interface cérebro-computador (ICC), pesquisadores investigaram os impactos da ICC associada a jogo sério na recuperação de aspectos cognitivos de pessoas com a condição da Covid longa.

Os resultados, apresentados no evento internacional IEEE International Conference on Human-Machine Systems (ICHMS), realizado em Singapura, apontam para melhora na atenção, memória de trabalho e funções executivas após treino cognitivo, reforçando a interface cérebro-computador e jogo sério como uma alternativas possíveis de reabilitação neurológica clínica.

Participam do estudo Samara Tenório, Jade Carvalho, Yuzen Hatano, Cristian Guerrero-Mendez, Mariane Lima de Souza, Tomohiko Igasaki, Teodiano Bastos-Filho, Tiago H. Falk e os professores pesquisadores do ISD, André Dantas e Denis Delisle Rodriguez (orientador do estudo).

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Fotografia de uma jovem pesquisadora de pele parda, cabelos escuros e ondulados, usando óculos e camiseta azul-petróleo do Instituto Santos Dumont. Ela está em pé ajustando eletrodos de uma touca de eletroencefalograma (EEG) colocada na cabeça de um manequim sobre a bancada. Ao lado, um monitor exibe a simulação de um jogo de corrida de carros.

As investigações desenvolvidas no ISD também contemplam a pesquisa básica, desenvolvida principalmente nas bancadas do laboratório com o objetivo de consolidar bases científicas e responder a questionamentos relevantes acerca do funcionamento do ser humano.

Exemplo disso é o estudo do ISD, desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), publicado em artigo no periódico eNeuro, que identificou como proteína Rac1, importante para a formação de sinapses, regula a fixação das memórias no cérebro.

Ao inibir temporariamente essa proteína em testes de laboratório com modelos animais, pesquisadores identificaram que memórias que duravam poucos dias passaram a ser mantidas por até 28 dias. A descoberta revela como o cérebro decide o que esquecer e abre caminhos para tratar condições como Alzheimer e estresse pós-traumático. Acesse os resultados em: https://doi.org/10.1523/ENEURO.0448-25.2026.

Confira matéria sobre a pesquisa: clique aqui

Uma mulher usando um microscópio em um laboratório. Ela está em posição lateral, com o rosto encostado na ocular do microscópio, e usa óculos e um brinco discreto. O cabelo está preso para trás em um rabo de cavalo ou coque simples. Ela veste uma blusa sem mangas de gola alta, de tecido liso e cor clara. O microscópio é grande, de bancada, com várias objetivas metálicas voltadas para baixo, iluminação interna em tom esverdeado e uma parte superior branca com a inscrição “imager Z2” e a marca “Zeiss”. Há uma caixa ou módulo retangular escuro conectado à parte superior do microscópio, possivelmente um acessório de câmera ou sistema de captura de imagem. À esquerda aparecem partes da estrutura do microscópio, com botões e rodas de ajuste visíveis.

Sobre o ISD

O Instituto Santos Dumont (ISD) é uma Organização Social do Poder Executivo Federal, supervisionada pelo Ministério da Educação, com interveniência do Ministério do Esporte. Engloba o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra e o Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi, ambos em Macaíba. A missão do ISD é promover educação para a vida, formando cidadãos por meio de ações integradas de ensino, pesquisa e extensão, além de contribuir para a transformação mais justa e humana da realidade social brasileira.

Assessoria de Comunicação
comunicacao@isd.org.br
(84) 99416-1880

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